PREFEITURA LANÇA CAMPANHA CONTRA O CONSUMO ABUSIVO DE ÁLCOOL E DROGAS

118

Consumir bebidas alcoólicas em quantidades moderadas, com responsabilidade e em ocasiões sociais, é um hábito que tem riscos reduzidos. No entanto, beber com frequência, em grandes quantidades, e em momentos de vulnerabilidade aumenta as chances do desenvolvimento de dependência química e outras consequências do uso abusivo de álcool.

Quando o Brasil teve o seu primeiro caso de COVID-19, até o início de maio, a venda de bebidas alcoólicas subiu 93,3% no país. O número é significativo e mostra que os brasileiros estão buscando na bebida alcoólica uma forma de relaxar diante de tantas incertezas.

As preocupações nesse momento são muitas. Elas envolvem o medo de se contaminar, de perder pessoas queridas e até em relação à economia do país. O álcool é encarado por alguns como uma válvula de escape para esses pensamentos — e isso é muito perigoso.

A falta de uma rotina definida também contribui com o aumento do consumo de bebidas alcoólicas na quarentena. Com os dias muitos parecidos, às vezes, as pessoas até se esquecem em qual dia da semana estão. Assim, quem bebia apenas aos finais de semana já não segue mais essa regra.

O alcoolismo causa dependência química, é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela dependência química do álcool. Ela pode surgir por diversos motivos, como o contato precoce com a bebida, o histórico familiar e o consumo excessivo, principalmente quando o álcool é associado à diversão.

A bebida afeta o sistema nervoso central, mesmo quando consumida em pequenas quantidades. A fala lenta é um dos primeiros sinais e pode ser observada após algumas doses. Em longo prazo, esses danos podem ser mais significativos. Tontura, formigamento e até perda de memória são algumas das consequências do uso abusivo de álcool.

Algumas pessoas enxergam o álcool como uma forma de desinibição sexual, quando, na verdade, o que acontece é bem diferente. Homens que bebem muito podem sofrer com disfunção erétil e ter a produção de alguns hormônios sexuais prejudicada.

Para as mulheres, o uso abusivo de álcool pode resultar em infertilidade e gravidez de alto risco, além de causar a Síndrome do Alcoolismo Fetal nos bebês.

O efeito do álcool no cérebro pode ser sentido rapidamente. Alguns deles são temporários, como perda de memória e a falta de coordenação motora. Mas, assim como acontece com o sistema nervoso central, o cérebro pode sofrer com efeitos irreversíveis.

O uso abusivo de álcool prejudica definitivamente as funções cerebrais e suas estruturas. As consequências são problemas de comunicação, falhas cognitivas e dificuldades de equilíbrio, por exemplo.

O álcool prejudica a capacidade do indivíduo de tomar decisões e, assim, altera alguns comportamentos. A agressividade é uma das consequências do consumo de álcool em excesso, e isso pode trazer sérios problemas tanto para quem bebe quanto para quem convive com essa pessoa.

Durante a pandemia, com o aumento do consumo de bebidas alcoólicas, cresceu também o número de casos de violência doméstica. Como lidar com o alcoolismo na quarentena…

A pandemia e o isolamento social podem ser prejudiciais para quem fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. As preocupações nesses momentos são muitas, elas envolvem o medo de se contaminar, de perder pessoas queridas, e até em relação à economia do país.
O álcool é encarado por alguns como válvula de escape para esses pensamentos, e isso é muito perigoso. O objetivo desta campanha é conscientizar pessoas pelo uso demasiado de bebida alcoólica e os problemas que podem acarretar também a saúde.
Se você acha que pode ter problemas com o uso abusivo de álcool ou quer ajudar alguém, entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar!
📞CRAS:35-3525-1536

.

Se você acha que pode ter problemas com o uso abusivo de álcool ou quer ajudar alguém, entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar!

CRAS:35-3525-1536                This image requires alt text, but the alt text is currently blank. Either add alt text or mark the image as decorative.